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15/04/2019 - 6 coisas que você precisa saber sobre Síndrome de Olho Seco

Uma das doenças mais comuns da clínica oftalmológica atual, a Síndrome do Olho Seco é uma desordem do filme lacrimal por deficiência de lágrima ou por evaporação excessiva que causa dano à superfície ocular.

Mais comum em mulheres e idosos, a doença tem sintomas bem variados, que podem ser intensificados por questões ambientais, explica a especialista do Hospital de Olhos de Sergipe, Dra. Naiana Maynart .

"Algumas doenças como artrite, diabetes, alteração de tireóide aumentam o risco de manifestações de olho seco. Já o uso intenso de computador, ambiente poluído, extremos de temperatura, baixa umidade, intenso deslocamento de ar induzem ou agravam o olho seco", diz.

A síndrome também pode ocorrer em pessoas mais jovens, sobretudo usuários de lentes de contato. (Atenção: Vale lembrar que a adaptação de lentes de contato devem ser feitas pelo oftalmologista, que avaliará se o paciente poderá utilizá-las e realizará exames para definir o grau, a curvatura e também o melhor tipo de lente a ser adaptada).

Separamos aqui seis coisas que você precisa saber sobre Síndrome do Olho Seco:

1.    Cerca de 10% da população do país pode ter a doença;

2.    Em casos intensos pode atrapalhar as atividades diárias;

3.    Portadores da síndrome do olho seco precisam de acompanhamento oftalmológico mais frequente. Sem tratamento, podem ocorrer lesões na córnea que comprometem a qualidade da visão temporária ou definitivamente;

4.    Os sintomas mais comuns são: irritação ocular, sensação de areia, ardor, hiperemia conjuntival ( vermelhidão), sensação de peso nas pálpebras, fotofobia, e em alguns casos lacrimejamento reflexo;

5.    Os principais fatores que podem contribuir para o surgimento da doença são: ambiente (ar-condicionado, poluição ou a exposição por um longo período em frente à TV ou ao computador podem causar a evaporação excessiva da lágrima); medicamentos (utilização de descongestionantes e anti-histamínicos, antidepressivos, pílulas para dormir, diuréticos, pílulas anticoncepcionais, alguns anestésicos, entre outros); lentes de contato e doenças sistêmicas;

6.    Geralmente, o tratamento para a síndrome consiste na utilização de colírios de lágrimas artificiais. Elas devem ser colocadas nos olhos várias vezes ao dia, dependendo da necessidade específica de cada paciente. Em casos mais graves, pode haver a necessidade de realizar a oclusão dos pontos lacrimais, evitando a drenagem por meio das vias lacrimais e mantendo-a na superfície ocular. Vale frisar que apenas o oftalmologista poderá indicar o melhor tipo de tratamento para cada paciente.

Caso desconfie que esteja com a síndrome, o ideal é que você procure um oftalmologista. Apenas esse profissional poderá fazer um diagnóstico preciso e te orientar acerca do melhor tratamento.

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